sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Você sofre de autossabotagem?


Quantas vezes você já desejou fazer algo diferente, que mudaria sua vida de fato, mas parou antes mesmo de começar? Como se lá no fundo você ouvisse uma voz baixinha dizendo que ‘não daria certo’ ou ‘melhor deixar pra outra hora porque, afinal, você já tem muitos compromissos: família, carreira em construção, contas a pagar, etc’.
Isso tem nome, sabia? Chama-se autossabotagem. Os motivos e as emoções que levam isso são muitos e tentaremos aqui mostrar alguns deles. Assim, você será capaz de identificar as armadilhas que cria para si mesmo e como tirá-las de sua vida com a ajuda profissional.

Em geral, são dois os tipos de pessoas que se autossabotam.

  • As pessoas para quem nada dá certo porque o destino, as circunstâncias e até mesmo outra pessoas as impedem de conquistar aquilo que tanto desejam. São aquelas que sentem-se vítimas sempre, queixam-se de tudo e responsabilizam qualquer coisa ou qualquer outro pelo seu fracasso.
  • Sentem-se sempre tão culpadas por cometerem erros e repeti-los que permanecem angustiadas sem conseguirem refletir alternativas para acertarem. Tornam-se ansiosas.
Além do perfil, há ainda situações que podem envolver a autossabotagem.

Sai em busca de um novo trabalho, mas…

  • Está desmotivado ou acha que não é valorizado no atual emprego e deseja encontrar outro. Mas toma outras medidas…
  • Deixa o currículo desatualizado e não busca oportunidades
  • Quando finalmente consegue uma entrevista de emprego encontra mil desculpas para não comparecer
  • Classifica-se como um profissional de menor valor porque não tem esta ou aquela qualificação
  • Decide que vai fazer uma pós-graduação ou especializações para depois buscar empregos. Mas nunca começa o tal curso.

Decide que é hora de melhorar a qualidade de vida, tornar-se mais saudável. No entanto…

  • Após a consulta, não adere às recomendações do especialista
  • Deixa para começar depois do feriado, do fim de semana ou das férias. Quando finalmente começa, desiste pouco depois alegando falta de tempo, condições climáticas, etc.
Estes são apenas alguns exemplos, que poderiam ir muito além como relacionamentos, viagens dos sonhos, casa própria, finanças, etc.
O problema é que esse comportamento vai reafirmando cada vez mais a sensação de fracasso e diminuindo consideravelmente a própria estima. Isso pode desencadear o transtorno da ansiedade. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que o Brasil é o país com maior número de pessoas com a doença no mundo, ou seja, 9,3% da população brasileira tem esse diagnóstico.

O que leva à sabotagem de si mesmo?

Os motivos podem ser muitos, sejam eles conscientes ou inconscientes, mas há três que costumam estar presentes na autossabotagem. São eles: a ansiedade, a baixa autoestima e o medo. Combinados ou não, eles normalmente desencadeiam:
Receios de fracassar: não saber lidar com a frustração gera e potencializa esses temores. Afinal, é muito difícil se esforçar muito para alcançar os objetivos e não conseguir. Daí a sensação de que é mais fácil esquivar-se das tentativas ao invés de lidar com o fracasso e questionar a própria capacidade.
Medo: Apesar de desconfortáveis, as queixas são velhas conhecidas. Por isso, é mais fácil continuar como está do que enfrentar novas situações que gerarão respostas imprevisíveis. Com essa atitude, alimenta-se o medo que se torna paralisante e estimula a autoproteção, que neste caso, é sabotar a si mesmo.
Ansiedade: Medo do futuro e das expectativas não correspondidas. Por exemplo, achar que só conseguirá um emprego melhor se fizer a especialização ‘x’ e, ao concluí-la, descobrir que o resultado não corresponde ao esperado? Pois é, aí entra o velho clichê de deixar como está apesar da sua angústia aumentar e deixar você cada vez mais longe dos seus propósitos.

Desfazendo as próprias armadilhas



A boa notícia é que há maneiras de melhorar e a sua estima por si mesmo seja aprendendo a lidar com o próprio ego através da psicoterapia, seja tornando seus objetivos mais claros para alcançar a tão almejada felicidade.
Pela definição de Sigmund Freud, pai da Psicanálise, o Ego está relacionado à sabotagem de si mesmo ao lidar com estímulos recebidos pela mente e mundo exterior. No entanto, esses impulsos podem ser satisfeitos ou reprimidos. Por exemplo, a criação repressora gera mecanismos de autodepreciação e interfere no equilíbrio psicológico entre impulsos internos e cobranças externas. Nestes casos, a psicoterapia pode ajudar e muito.
Ter um profissional ajudando a entender o problema, a lidar com os sentimentos e ser capaz de identificar que as armadilhas são criações suas para justificar o seu medo e angústia é fundamental.
Se já identificou seus erros e mesmo assim, cai neles várias vezes em situações diferentes, pode ter chegado a hora de deixar a vergonha de lado e procurar ajuda.
Aprender a lidar com tudo isso fará toda a diferença na maneira como conduzirá sua vida. Já pensou conquistar o peso almejado, a promoção desejada, melhorar o relacionamento amoroso porque aprendeu a valorizar seus pontos positivos e fortalecer suas qualidades?
Em seu livro “A Autoestima se constrói passo a passo” a autora Lucia Moysés afirma: “Em termos práticos, a autoestima se revela como a disposição que temos para nos ver como pessoas merecedoras de respeito e capazes de enfrentar os desafios básicos da vida”.
Portanto, realizar aquele sonho ou projeto de vida será possível porque os fatores impeditivos serão transpostos com a ajuda de um psicoterapeuta. Assim, seus objetivos convergirão finalmente para a felicidade que você deseja.


Fonte: https://sociologialiquida.com.br/voce-sofre-de-autossabotagem-guia-completo/

sábado, 19 de novembro de 2016

Reze, como se tudo dependesse só de Deus. Estude, como se tudo dependesse só de você!

Crescimento na carreira se dá por um conjunto de fatores. Não dá para negar que estar no lugar certo na hora certa são pontos importantes e nem sempre controláveis. Eu, pessoalmente, acredito que não dá para negar a importância do fator sorte. Mas, por outro lado, não dá, também, para ficar dependendo de que a sorte bata à sua porta. Por isto me vem à mente uma frase que minha mãe sempre me disse: “Reze, como se tudo dependesse só de Deus. Trabalhe, como se tudo dependesse só de você”.
Com certeza você já leu ou ouviu, um monte de vezes, a mesma conversa de quanto é importante estar preparado para quando as oportunidades aparecerem. Mas ficam as dúvidas: que oportunidade vai aparecer? Como me preparo para uma oportunidade que nem sei quando e nem de que maneira vai aparecer? Como eu enxergo as oportunidades que, eventualmente, apareçam em minha frente? Como saber se o que tenho é uma oportunidade de fato ou uma arapuca?
Experiência e bom senso ajudam muito a discernir entre o que é e o que não é, de fato, uma oportunidade na carreira ou na vida. Mas para ganhar experiência vai tempo, paciência e, muitas vezes, quebrar a cara também.
Afinal, o que ajuda para estar pronto para oportunidades? Minha resposta: ESTUDAR.
Há inúmeras as pesquisas que mostram a correlação direta entre anos de estudo e média salarial, veja o gráfico abaixo, de um relatório do Collegeboard.org
Parece óbvio, mas na prática muitas pessoas negligenciam sua formação continuada e acabam por não aproveitar oportunidades por não saberem separar as boas das más chances da carreira. Tudo por falta de uma base educacional forte. Mas preste atenção: BASE EDUCACIONAL FORTE.
Tenha cuidado na escolha dos cursos e escolas onde vai jogar seu esforço, tempo e dinheiro. Analise com carinho se uma graduação, pós, especialização, extensão ou outro tipo de curso vai lhe acrescentar algo que o ajude, de fato, a se diferenciar. Há muitas instituições oferecendo cursos de todas as formas e métodos. Veja quais têm peso acadêmico para dar um bom significado em seu currículo.
Achado o curso que você avalie ter algo para acrescentar à sua formação, em uma instituição que pode diferenciar seu currículo, vá em frente. Estude, se dedique, sue e aprenda tudo o que puder. Terminado este curso estude mais. Leia, se interesse por muitos assuntos, não fique preso a uma área apenas, mas ao contrário, aprenda sobre vários assuntos, pois em algum momento sua cultura geral bem como sua formação profissional vão te ajudar a enxergar as boas oportunidades e discernir entre as não são tão boas assim.
Faça a sua parte. Se rezar vai ou não te ajudar, depende da sua fé, mas estudar vai depender mesmo é de você.
Por:
Marcelo de Carvalho Reis
Marketing and Product Development professor at University of Campinas

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

A Triste Sina Dos Idosos Órfãos De Filhos Vivos – Os Marginalizados Da Pós-Modernidade

Atenção e carinho estão para a alegria da alma, como o ar que respiramos está para a saúde do corpo. Nestas últimas décadas surgiu uma geração de pais sem filhos presentes, por força de uma cultura de independência e autonomia levada ao extremo, que impacta negativamente no modo de vida de toda a família. Muitos filhos adultos ficam irritados por precisarem acompanhar os pais idosos ao médico, aos laboratórios. Irritam-se pelo seu andar mais lento e suas dificuldades de se organizar no tempo, sua incapacidade crescente de serem ágeis nos gestos e decisões.
A ordem era essa: em busca de melhores oportunidades, vinham para as cidades os filhos mais crescidos e não necessariamente os mais fortes, que logo traziam seus irmãos, que logo traziam seus pais e moravam todos sob um mesmo teto, até que a vida e o trabalho duro e honesto lhes propiciassem melhores condições. Este senhor, com olhos sonhadores, rememorava com saudade os tempos em que cavavam buracos nas terras e ali dormiam, cheios de sonho que lhes fortalecia os músculos cansados. Não importava dormir ao relento. Cediam ao cansaço sob a luz das estrelas e das esperanças.
A evasão dos mais jovens em busca de recursos de sobrevivência e de desenvolvimento, sempre ocorreu. Trabalho, estudos, fugas das guerras e perseguições, a seca e a fome brutal, desde que o mundo é mundo pressionou os jovens a abandonarem o lar paterno. Também os jovens fugiram da violência e brutalidade de seus pais ignorantes e de mau gênio. Nada disso, porém, era vivido como abandono: era rompimento nos casos mais drásticos. Era separação vivida como intervalo, breve ou tornado definitivo, caso a vida não lhes concedesse condição futura de reencontro, de reunião.

Separação e responsabilidade

Assim como os pais deixavam e, ainda deixam seus filhos em mãos de outros familiares, ao partirem em busca de melhores condições de vida, de trabalho e estudos, houve filhos que se separaram de seus pais. Em geral, porém, isso não é percebido como abandono emocional. Não há descaso nem esquecimento. Os filhos que partem e partiam, também assumiam responsabilidades pesadas de ampará-los e aos irmãos mais jovens. Gratidão e retorno, em forma de cuidados ainda que à distância. Mesmo quando um filho não está presente na vida de seus pais, sua voz ao telefone, agora enviada pelas modernas tecnologias e, com ela as imagens nas telinhas, carrega a melodia do afeto, da saudade e da genuína preocupação. E os mais velhos nutrem seus corações e curam as feridas de suas almas, por que se sentem amados e podem abençoá-los. Nos tempos de hoje, porém, dentro de um espectro social muito amplo e profundo, os abandonos e as distâncias não ocupam mais do que algumas quadras ou quilômetros que podem ser vencidos em poucas horas.
Nasceu uma geração de ‘pais órfãos de filhos’. Pais órfãos que não se negam a prestar ajuda financeira. Pais mais velhos que sustentam os netos nas escolas e pagam viagens de estudo fora do país. Pais que cedem seus créditos consignados para filhos contraírem dívidas em seus honrados nomes, que lhes antecipam herança. Mas que não têm assento à vida familiar dos mais jovens, seus próprios filhos e netos, em razão – talvez, não diretamente de seu desinteresse, nem de sua falta de tempo – mas da crença de que seus pais se bastam.
Este estilo de vida, nos dias comuns, que não inclui conversa amena e exclui a ‘presença a troco de nada, só para ficar junto’, dificulta ou, mesmo, impede o compartilhar de valores e interesses por parte dos membros de uma família na atualidade, resulta de uma cultura baseada na afirmação das individualidades e na política familiar focada nos mais jovens, nos que tomam decisões ego-centradas e na alta velocidade: tudo muito veloz, tudo fugaz, tudo incerto e instável.
Vida líquida, como diz Zygmunt Bauman, sociólogo polonês. Instalou-se e aprofundou-se nos pais, nem tão velhos assim, o sentimento de abandono. E de desespero. O universo de relacionamento nas sociedades líquidas assegura a insegurança permanente e monta uma armadilha em que redes sociais são suficientes para gerar controle e sentimento de pertença. Não passam, porém de ilusões que mascaram as distâncias interpessoais que se acentuam e que esvaziam de afeto, mesmo aquelas que são primordiais: entre pais e filhos e entre irmãos.
O desespero calado dos pais desvalidos, órfãos de quem lhes asseguraria conforto emocional e, quiçá material, não faz parte de uma genuína renúncia da parte destes pais, que ‘não querem incomodar ninguém’, uma falsa racionalidade – e é para isso que se prestam as racionalizações – que abala a saúde, a segurança pessoal, o senso de pertença. É do medo de perder o pouco que seus filhos lhes concedem em termos de atenção e presença afetuosa. O primado da ‘falta de tempo’ torna muito difícil viver um dia a dia em que a pessoa está sujeita ao pânico de não ter com quem contar.
A irritação por precisar mudar alguns hábitos. Muitos filhos adultos ficam irritados por precisarem acompanhar os pais idosos ao médico, aos laboratórios. Irritam-se pelo seu andar mais lento e suas dificuldades de se organizar no tempo, sua incapacidade crescente de serem ágeis nos gestos e decisões. Desde os poucos minutos dos sinais luminosos para se atravessar uma rua, até as grandes filas nos supermercados, a dificuldade de caminhar por calçadas quebradas e a hesitação ao digitar uma senha de computador, qualquer coisa que tire o adulto de seu tempo de trabalho e do seu lazer, ao acompanhar os pais, é causa de irritação. Inclusive por que o próprio lazer, igualmente, é executado com horário marcado e em espaço determinado.

Os idosos leem o de que gostam. Adultos devoram artigos, revistas e informações sobre o seu trabalho, em suas hiper especializações. Têm que estar a par de tudo just in time – o que não significa exatamente saber, posto que existe grande diferença entre saber e tomar conhecimento. Já, os mais velhos querem mais é se livrar do excesso de conhecimento e manter suas mentes mais abertas e em repouso. Ou, então, focadas naquilo que realmente lhes faz bem como pessoa. Restam poucos interesses em comum a compartilhar. Idosos precisam de tempo para fazer nada e, simplesmente recordar. Idosos apreciam prosear. Adultos têm necessidade de dizer e de contar. A prosa poética e contemplativa ausentou-se do seu dia a dia. Ela não é útil, não produz resultados palpáveis.Nas salas de espera veem-se os idosos calados e seus filhos entretidos nos seus jornais, revistas, tablets e celulares. Vive-se uma vida velocíssima, em que quase todo o tempo do simples existir deve ser vertido para tempo útil, entendendo-se tempo útil como aquele que também é investido nas redes sociais.
 Enquanto isso, para os mais velhos o relógio gira mais lento, à medida que percebem, eles próprios, irem passando pelo tempo. O tempo para estar parado, o tempo da fruição está limitado. Os adultos correm para diminuir suas ansiosas marchas em aulas de meditação. Os mais velhos têm tempo sobrante para escutar os outros, ou para lerem seus livros, a Bíblia, tudo aquilo que possa requerer reflexão. Ou somente uma leve distração.


quarta-feira, 4 de novembro de 2015

A leitura é uma ótima maneira de desenvolver o seu cérebro

leitura é uma ótima maneira de desenvolver o seu cérebro. Além de aumentar o seu vocabulário e capacidade de interpretação, também ajuda no armazenamento de informações importantes. Ao ler os clássicos da literatura mundial, você aumenta suas habilidades de escrita e compreensão de textos.
Se você deseja melhorar a sua mente por meio da leitura, veja como os clássicos da literatura podem ajudar:
1. Aumento de vocabulário
Ao ler os clássicos, você vai encontrar muitas palavras que não fazem parte do seu cotidiano. Aprender novas palavras ajuda a enriquecer o seu vocabulário. Ter um amplo vocabulário é como ter um grande arsenal de palavras. Isso permite que você se expresse de maneira mais eloquente. Desenvolvendo essa habilidade você será capaz de se comunicar com precisão e criar uma percepção de mundo inteligente.
2. Melhorar a escrita
Ler os clássicos da literatura é a maneira mais fácil de melhorar a sua escrita. Durante a leitura você acaba absorvendo a gramática e o estilo do autor. Isso contribui para o desenvolvimento da sua escrita melhorando a concordância e gramática.
3. Desenvolver a fala
Antes de se tornar um bom orador, você precisa ser um bom escritor. Estudar as obras que foram desenvolvidas por gênios vai ensinar você a se expressar com clareza e estilo. Ao melhorar seu domínio do idioma, você vai se tornar mais persuasivo, e poderá desfrutar de uma vantagem sobre as pessoas menos articuladas.
4. Novas ideias
Observar as mesmas ideias que as outras pessoas gera um pensamento genérico e repetitivo. Para ser original você precisa desenvolver novas ideias, e isso você pode retirar dos clássicos da literatura. Ao ler os livros você desenvolve a sua inspiração e tem a oportunidade de melhorar a sua criatividade.
5. Perspectiva histórica
Uma pessoa que apenas lê jornais e revistas fica dependente dos preconceitos e modas do seu tempo. Por isso, a leitura de livros antigos é importante para aumentar a sua perspectiva história e desenvolver o senso crítico. Os clássicos são importantes para estimular a sua mente a partir de pensamentos e experiências de outras pessoas.
6. Entretenimento educativo
A leitura de grandes livros é um passatempo divertido. Você pode encontrar muitas curiosidades sobre a história e também o vocabulário da época em que a obra foi escrita. Outra opção é procurar as versões mais modernas dos clássicos, isso também ajuda a aumentar o entretenimento durante a leitura.
7. Sofisticação
Se você gosta de se destacar nas conversas entre amigos, ter conhecimento dos clássicos da literatura é essencial. Você aprofundará suas ideias e desenvolve o senso crítico. Além disso, quando você tem propriedade para falar sobre certo assunto você pode até ganhar uma discussão.
8. Leitura mais eficiente
Ler diversos livros aumenta a sua rapidez na leitura. Por isso, a ideia é procurar livros de diferentes épocas e temas para desenvolver uma leitura mais eficiente.
9. Desenvolve o senso crítico
Se você é um escritor ou blogueiro ignorar os clássicos é um erro. Independentemente do tema que você aborda em seus textos, você precisa ser persuasivo e desenvolver seu senso crítico. A melhor maneira de aprender é com os mestres. Portanto, não perca tempo! Passe algum tempo com os clássicos e tire vantagem sobre isso.
10. Aumenta o repertório 
Ler é um ato valioso para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. A literatura clássica é forma de ter acesso às informações e, com elas, buscar melhorias para o mundo. Repertório cultural é importante para escrever bons textos e ser crítico.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Reflexão: se torna a Lei da vida.



Antes eu queria um corpo bonito.
Hoje eu só quero um corpo saudável.
Antes eu queria uma vida de sucesso.
Hoje eu só quero uma vida normal.
Antes eu queria ...um carro zero.
Hoje se eu conseguir ir andando ta ótimo.
Antes eu reclamava da comida.
Hoje eu agradeço pelas refeições.
Antes eu queria mudar meu cabelo.
Hoje eu só quero tê-lo.
Antes eu reclamava da minha casa.
Hoje ela parece um Palácio.
Antes reclamava por tomar um remédio ruim.
Hoje eu tomo 30 comprimidos sem reclamar.
Antes eu queria engravidar.
Hoje eu quero ser mãe.
Antes reclamava das minhas cicatrizes.
Hoje elas são marcas de um milagre.
Antes não gostava de hospital, Mas ele foi minha casa por 7 longos meses.
Antes trabalhava demais e queria férias que durassem 2 anos.
Hoje faz uns 10 meses que me afastei do trabalho.
Falamos e fazemos muitas coisas sem pensar. Afinal, Somos humanos e isso tudo é natural. Mas quando vc chega no abismo, quando a morte chega perto, tudo o que vc deseja é mais uma chance. Percebe que precisa mesmo de tão pouco pra viver. Que muita coisa que desejou ou conseguiu não faz a minima diferença. Mas quem seu coração cativou. Quem amou e por quem foi amado. Nessas horas, quando sua vida nao tem mais tanto valor, o que permanece é o amor. O que fica são as lembranças de como vc viveu.
A gente nem sempre colhe o que planta. E nem sempre cada um tem o que merece. Que mal eu fiz pra ficar doente?? À quem eu causei tanto sofrimento para merecer o câncer? As coisas não funcionam assim...
Aprendi que cada um tem o que precisa.
E que nunca é tarde pra se aprender mais. Sempre há tempo pra mudar o caminho. E mesmo quando estamos no caminho certo, as vezes não enxergamos as flores. Há momentos em nossas vidas que só vemos as pedras.
As vezes Deus quer te mostrar outras belezas. Quer que você veja a paisagem, basta você mudar o ângulo da sua visão, da sua vida. Levantar os olhos e ver tudo de bom que Deus fez por você. Se levantar a cabeça ao invés de andar cabisbaixo reclamando de tudo você verá que existem outros em situação muito pior que a sua. Talvez não muito longe. Quem sabe vc pode ajudar...
Obrigada Jesus por ter mudado a minha visão.
Antes eu queria aproveitar a vida.
Hoje eu quero que Deus aproveite a minha vida.
Antes eu queria pedir.
Hoje eu só quero agradecer!



(Texto de Laís Resende )

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Sempre achei o Snapchat uma besteira.

A primeira vez que ouvi falar sobre Snapchat pensei: mais uma besteira para entupir meu telefone. A primeira vez que usei: tive certeza que não servia para absolutamente nada. Eu estava errado.
O Snapchat foi apresentado a mim a mais ou menos 1 ano, um grande amigo me apresentou falando o quão legal era aquilo, e que todos estavam baixando. Já preparando mais um Snap.
Eu achei aquilo tão estupido, sair tirando fotos que inevitavelmente desapareceriam. Sabe como é, eu nasci na geração que revelava fotos, e que só via a foto la no papel alguns dias depois. Por muito tempo fiquei sem usar este aplicativo, e recentemente, comecei a enviar os tais "snaps" para poucos usuários que apareceram em meus contatos. Em seguida, vários amigos começaram a me enviar snaps também, minhas notificações diárias saltaram de duas para 20. 
O Snapchat deixou de ser apenas um aplicativo e se transformou em uma cultura, um fenômeno. É como um twitter, misturado com instagram, misturado com crack. Só que pior. No twitter temos 140 caracteres para espalhar nossa opinião por ai, o snap nos da 31. O tweet fica eternamente lá. O snap se foi em dez segundos. 
Uma das coisas mais interessantes é a capacidade de interagir diretamente, afinal ninguém que twitta aos seus 500 seguidores algo do tipo "Nossa que aula chata" ou "Finalmente em casa" tem a vontade expressa de comunicar isso a cada um dos 500, no snap este fluxo pode ser direcionado. 
Graças ao Snapchat, estou recebendo uma imagem do rosto de alguém durante uma palestra na segunda-feira triste, e eu gosto disso. E eu não sou o único. Por causa do Snapchat homens e mulheres que conhecíamos apenas em certas frentes da vida, como no trabalho ou na escola, estão abrindo janelas de suas vidas, de seus hábitos. Nós sabemos quem está de ressaca e quem está tranquilo. E o melhor, nós podemos assistir.
O Snapchat revolucionou, por que entendeu nossa geração antes de qualquer outro canal digital. De certa forma, passou a tecnologia para trás, limitando o tempo de uma mensagem quando se vendiam cartões de memoria para guarda-las para sempre. Os snaps não são algo tangível. Não é algo transcrito e depois publicado na internet, pesquisável por interesses futuros, é simplesmente uma memória. 
Podendo optar sempre por texto ou imagem, mais e mais pessoas querem compartilhar. Eles não tem medo de colocar suas vidas para fora da caixa, seja uma foto horrível para uma amiga ou uma foto linda. Ela irá desaparecer.
Somos da geração do Like, dos comentários. De status a tweets, publicamos coisas online cientes de que qualquer pessoa pode ver. Conscientes ou não de que estamos sendo julgados e quase sempre a procura de aprovação - ou curtir.
Snapchat é diferente. É divertido, e sem a eterna e aterrorizante presença do resto das nossas manias.  A nova geração será ainda mais protagonista desta mudança, no último final de semana fui ao teatro  e posso afirmar, das quase mil pessoas presentes, pelo menos 90% enviou alguns snaps durante as aparições bombásticas da peça, que inclusive entraram no palco filmando tudo para o Snap.
Este é apenas o começo. Quem sabe a nossa cultura possa voltar ao tempo em que não tínhamos medo de compartilhar qualquer coisa. Até lá, meu user é
monatale, e eu aceito caras tristes, felizes, de ressaca, cantando e fotos de comida.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Abrindo sua mente e melhorando sua criatividade!!!

“Você precisa manter o foco em sua jornada para realizar grandes coisas.” – Les Brown

Recentemente iniciei a minha trajetória no mundo do empreendedorismo digital e foi a melhor opção que eu poderia fazer depois de ter acumulado uma razoável experiência no mundo corporativo.
Sabe quando você não se vê mais trabalhando simplesmente das 9 às 18 horas, fazendo as coisas da mesma forma porque simplesmente sempre foi assim e quando acha que pode oferecer mais do que te pedem?
Pois é, esse sentimento me impulsionou a buscar novos ares.
Mas uma coisa é certa, independente da sua carreira, a inspiração se faz necessária, afinal a criatividade é requisito primordial para quem busca fazer as coisas da melhor forma possível.
Pensando nisso, quero compartilhar 5 dicas que tem me ajudado a abrir a mente e estimular o meu processo criativo. Claro que não se trata de uma fórmula mágica, mas quando combinadas, me deram um bom retorno.
Conheça novas pessoas: Seja através de eventos ou mídias sociais, é muito importante estar em contato com pessoas que compartilham dos seus interesses. De repente, através de uma conversa informal pode surgir uma boa ideia e quem sabe até uma parceria. Caso isso não aconteça de cara, mantenha contato para que em um futuro próximo possa render bons frutos.
Seja curioso: Quando digo para ser curioso, não quero que você tome conta da vida dos outros, mas sim que busque por conhecimento. Viu algo novo? Achou interessante, mas você não conhece? Então pesquise, transforme essa descoberta em conteúdo e compartilhe com os demais. Às vezes o que era desconhecido para você pode ser para outros também. Lembre-se que uma curiosidade sadia é aquela que nos instiga a buscar pelo conhecimento.
Tenha coragem e auto-confiança: Talvez esses dois fatores tenham sido os mais importantes que me impulsionaram a buscar novos desafios profissionais. Lembre-se que uma linha tênue divide a auto-confiança da arrogância.
Organize com antecedência as suas atividades: Essa dica também é bem interessante. Tome nota dos seus compromissos e das atividades que você precisa realizar. Seja flexível quando novas demandas surgirem e priorize as que forem mais importantes.
Busque inspirações: A inspiração não tem hora nem local exato para aparecer. Ela pode vir através de filmes ou livros. Pensando nisso, recomendo o eBook com as 101 frases mais inspiradoras de Marketing.