quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Sempre achei o Snapchat uma besteira.

A primeira vez que ouvi falar sobre Snapchat pensei: mais uma besteira para entupir meu telefone. A primeira vez que usei: tive certeza que não servia para absolutamente nada. Eu estava errado.
O Snapchat foi apresentado a mim a mais ou menos 1 ano, um grande amigo me apresentou falando o quão legal era aquilo, e que todos estavam baixando. Já preparando mais um Snap.
Eu achei aquilo tão estupido, sair tirando fotos que inevitavelmente desapareceriam. Sabe como é, eu nasci na geração que revelava fotos, e que só via a foto la no papel alguns dias depois. Por muito tempo fiquei sem usar este aplicativo, e recentemente, comecei a enviar os tais "snaps" para poucos usuários que apareceram em meus contatos. Em seguida, vários amigos começaram a me enviar snaps também, minhas notificações diárias saltaram de duas para 20. 
O Snapchat deixou de ser apenas um aplicativo e se transformou em uma cultura, um fenômeno. É como um twitter, misturado com instagram, misturado com crack. Só que pior. No twitter temos 140 caracteres para espalhar nossa opinião por ai, o snap nos da 31. O tweet fica eternamente lá. O snap se foi em dez segundos. 
Uma das coisas mais interessantes é a capacidade de interagir diretamente, afinal ninguém que twitta aos seus 500 seguidores algo do tipo "Nossa que aula chata" ou "Finalmente em casa" tem a vontade expressa de comunicar isso a cada um dos 500, no snap este fluxo pode ser direcionado. 
Graças ao Snapchat, estou recebendo uma imagem do rosto de alguém durante uma palestra na segunda-feira triste, e eu gosto disso. E eu não sou o único. Por causa do Snapchat homens e mulheres que conhecíamos apenas em certas frentes da vida, como no trabalho ou na escola, estão abrindo janelas de suas vidas, de seus hábitos. Nós sabemos quem está de ressaca e quem está tranquilo. E o melhor, nós podemos assistir.
O Snapchat revolucionou, por que entendeu nossa geração antes de qualquer outro canal digital. De certa forma, passou a tecnologia para trás, limitando o tempo de uma mensagem quando se vendiam cartões de memoria para guarda-las para sempre. Os snaps não são algo tangível. Não é algo transcrito e depois publicado na internet, pesquisável por interesses futuros, é simplesmente uma memória. 
Podendo optar sempre por texto ou imagem, mais e mais pessoas querem compartilhar. Eles não tem medo de colocar suas vidas para fora da caixa, seja uma foto horrível para uma amiga ou uma foto linda. Ela irá desaparecer.
Somos da geração do Like, dos comentários. De status a tweets, publicamos coisas online cientes de que qualquer pessoa pode ver. Conscientes ou não de que estamos sendo julgados e quase sempre a procura de aprovação - ou curtir.
Snapchat é diferente. É divertido, e sem a eterna e aterrorizante presença do resto das nossas manias.  A nova geração será ainda mais protagonista desta mudança, no último final de semana fui ao teatro  e posso afirmar, das quase mil pessoas presentes, pelo menos 90% enviou alguns snaps durante as aparições bombásticas da peça, que inclusive entraram no palco filmando tudo para o Snap.
Este é apenas o começo. Quem sabe a nossa cultura possa voltar ao tempo em que não tínhamos medo de compartilhar qualquer coisa. Até lá, meu user é
monatale, e eu aceito caras tristes, felizes, de ressaca, cantando e fotos de comida.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Abrindo sua mente e melhorando sua criatividade!!!

“Você precisa manter o foco em sua jornada para realizar grandes coisas.” – Les Brown

Recentemente iniciei a minha trajetória no mundo do empreendedorismo digital e foi a melhor opção que eu poderia fazer depois de ter acumulado uma razoável experiência no mundo corporativo.
Sabe quando você não se vê mais trabalhando simplesmente das 9 às 18 horas, fazendo as coisas da mesma forma porque simplesmente sempre foi assim e quando acha que pode oferecer mais do que te pedem?
Pois é, esse sentimento me impulsionou a buscar novos ares.
Mas uma coisa é certa, independente da sua carreira, a inspiração se faz necessária, afinal a criatividade é requisito primordial para quem busca fazer as coisas da melhor forma possível.
Pensando nisso, quero compartilhar 5 dicas que tem me ajudado a abrir a mente e estimular o meu processo criativo. Claro que não se trata de uma fórmula mágica, mas quando combinadas, me deram um bom retorno.
Conheça novas pessoas: Seja através de eventos ou mídias sociais, é muito importante estar em contato com pessoas que compartilham dos seus interesses. De repente, através de uma conversa informal pode surgir uma boa ideia e quem sabe até uma parceria. Caso isso não aconteça de cara, mantenha contato para que em um futuro próximo possa render bons frutos.
Seja curioso: Quando digo para ser curioso, não quero que você tome conta da vida dos outros, mas sim que busque por conhecimento. Viu algo novo? Achou interessante, mas você não conhece? Então pesquise, transforme essa descoberta em conteúdo e compartilhe com os demais. Às vezes o que era desconhecido para você pode ser para outros também. Lembre-se que uma curiosidade sadia é aquela que nos instiga a buscar pelo conhecimento.
Tenha coragem e auto-confiança: Talvez esses dois fatores tenham sido os mais importantes que me impulsionaram a buscar novos desafios profissionais. Lembre-se que uma linha tênue divide a auto-confiança da arrogância.
Organize com antecedência as suas atividades: Essa dica também é bem interessante. Tome nota dos seus compromissos e das atividades que você precisa realizar. Seja flexível quando novas demandas surgirem e priorize as que forem mais importantes.
Busque inspirações: A inspiração não tem hora nem local exato para aparecer. Ela pode vir através de filmes ou livros. Pensando nisso, recomendo o eBook com as 101 frases mais inspiradoras de Marketing. 

O mar ainda está pra peixe - Faça a diferença!

É.. parece brincadeira, mas o ditado "O mar não está pra peixe" nunca me pareceu tão verdadeiro.
Tenho notado muita movimentação de carreiras ou até excelentes profissionais mudando seus títulos para "Em busca de recolocação" mas nunca pensei vivenciar um caso como o de hoje.
Um de nossos prestadores de serviços - daqueles que dão a impressão de que nunca quebrariam - simplesmente fechou as portas para tentar voltar ao mercado de trabalho. O motivo? Aumentos no imposto e redução da demanda. Não há quem aguente, não é?
Nesses momentos é que, estejamos nós sendo afetados por esta seca financeira ou não, devemos nos ajudar da forma que pudermos!
Se você não está sendo afetado, seja grato ou se for Cristão, grite amém! Mas não pare por aí! Vamos ajudar nossos colegas que foram afetados, seja compartilhando vagas, sendo o mentor ou anjo de alguém ou até mesmo compartilhando seu know-how de alguma forma.
Uma das melhores formas de realizar este compartilhamento é através dos grupos do LinkedIn, sejam eles de vagas ou de conhecimento. Lá você pode compartilhar portais de recrutamento conhecidos que talvez alguém não conheça ou até mesmo compartilhar uma série de slides que você tem parada aí em seu computador que pode ajudar alguém em busca de aprimorar seu currículo.
O que estou fazendo é uma forma de gerenciamento de meu pequeno conhecimento do mercado, documentando e compartilhando listas de cursos on-line gratuitos, portais de recrutamento e também fazendo alguns vídeos e postagens sobre alguns temas interessantes que possam ajudar alguém a se certificar ou simplesmente adquirir um conhecimento a mais.
E aí, vamos esperar isso tudo melhorar por conta ou só vamos tomar ação quando o mar secar pra gente também? Já é meu segundo ditado em um só texto, mas esse agora é motivador: A união faz a força! Simples atitudes podem ajudar mais do que imaginamos.

domingo, 6 de setembro de 2015

Transformação

A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande
transformação por que devem passar todas as pessoas.
O milho de pipoca não é o que devemos ser. Nós devemos ser aquilo
que acontece depois do estouro. O milho somos nós: duros, quebra-
dentes, impróprios para
comer.
Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo.
Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para
sempre. Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São
pessoas de uma mesmice, uma dureza assombrosas.
Mas, de repente, vem o fogo.
Pode ser o fogo de fora: perder um amor ou um amigo querido.
Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão.
Imagino que a pipoca dentro da panela, ficando cada vez mais quente,
pensa que a sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não consegue
imaginar destino diferente.
Não pode imaginar a transformação que esta sendo preparada.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação
acontece: BUM ! ! !
E ela aparece completamente diferente, como nunca havia sonhado.
Piruá é o milho que se recusa a estourar.
São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a
mudar.
O destino delas é triste.
Ficarão duras a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca e macia.
E você, o que é?
Uma pipoca estourada ou um piruá ?